segunda-feira, 27 de agosto de 2012

ABEM campeã 2012

ABEM academia de KUNG FU WUSHU campeã estadual invicta 2012. Neste final de semana foi realizada a 2ª etapa do campeonato de KUNG FU WUSHU 2012, onde academia vencedora foi ABEM, lembrando que esta ja havia sido campeã na 1ª etapa.

Seleção Brasileira disputa torneio internacional de Wushu no Irã

Uma delegação brasileira composta por quatro atletas e um dirigente, embarca para o Irã na terça-feira, dia 10/7, para participar do 4th Pars Cup Wushu Championships. O evento será realizado de 12 a 16 de julho na cidade de Zanjan e contará com a participação de 20 países, entres os principais adversários do Brasil estão: Irã – o anfitrião -, China, França, Itália, Egito, Russia e Vietnã. O Brasil será representado pelos atletas Maximilian Jokiti (de São Paulo), que compete em taolu moderno nas categorias de Changquan e Jianshu e pelos lutadores de sanda Aglenio Rodrigues (do Distrito Federal) que disputa na categoria até 60Kg, Daniel Dionísio (também do DF) de 80Kg e Tiago Freitas (do Ceará) de 65Kg. O departamento técnico da CBKW convocou 13 atletas de vários estados brasileiros para o torneio, mas por falta de patrocínio apenas estes quatro atletas participarão deste evento de nível técnico altíssimo. A 4th Pars Cup Wushu Championships será transmitida, ao vivo, para todo o Irã e alguns países da Ásia. Para o atleta Maximilian Jokiti, o mais importante de participar de um campeonato dessa grandeza, é a experiência e o conhecimento que trará na bagagem. “Independentemente da cobrança e responsabilidade de representar o Brasil no Pars Cup serem maiores por ser uma competição internacional, espero fazer minha melhor apresentação”, diz. O atleta Daniel Dionísio, a expectativa para essa competição e muito grande. “Apesar de possuir experiência nos campeonatos internacionais, me falta um pouco de vivência em eventos na Ásia e Europa.Estou muito feliz, orgulhoso e preparado para representar o Brasil neste evento “, diz. Para o atleta Aglenio Rodrigues, o mais importante é a preparação e comenta que “nunca estive tão preparado para uma competição “, diz. Já o atleta Tiago Freitas destaca a importância do patrocínio e apoio recebido: “Agradeço aos meus patrocinadores, Róger Wagner, Croco Beach e Fight Nutrition e ao apoio e incentivo do meu professor Fernando Moura”.

Campanha Wushu nas Olimpíadas de 2020

Campanha “Wushu para 2020” criada pela Tonlon Academia visando divulgar e fortalecer o nome WUSHU e com isso criarmos um espirito de união em prol de levar o Wushu para as olimpíadas de 2020. O Buu Wushu apoia a campanha já está aderindo e divulgando. Conheça um pouco mais sobre a campanha: Wushu é um esporte de alto rendimento baseado nas arte marciais chinesas tradicionais, divididas em duas categorias: Taolu - Competição de apresentações de movimentos com mãos e armas chinesas como espada, facão, lança e etc. Sanda – Competição de Combate Wushu ainda não é olímpico, mas já fez parte do programa paralelo dos jogos de Pequim de 2008, e agora concorre com mais 8 esportes para se tornar esporte olímpico em 2020, conforme matéria realizada pela Globo.com. Atualmente o Wushu vem crescendo muito em todos os países e já conta com todos os requisitos necessários para conquistar a sonhada vaga olímpica. Em Setembro de 2013 em Buenos Aires (Argentina) sairá oficialmente a decisão juntamente com o nome do local a ser realizado as olimpíadas de 2020. O Brasil está na torcida para que Wushu esteja presente nesta edição dos jogos olímpicos, além disso, o Brasil tem grandes chances de ajudar nessa batalha. O Brasil tem cooperado muito com o crescimento do Wushu nas Américas, visto que já recebemos delegações da CWA (Associação Chinesa de Wushu) onde foi realizado workshop e apresentações, além também da vinda de dois técnicos chineses para aperfeiçoamento técnico dos atletas brasileiros de alto rendimento. Já em 2012,recebemos uma delegação oficial chinesa composta por Xiao Tian, Vice-Ministro de Esportes da China e Vice-Presidente do Comitê Olímpico Chinês, Gao Xiaojun, Presidente da Chinese Wushu Association (CWA) e Zhang Yuping, Secretária Chefe da International Wushu Federation (IWUF), conforme matéria realizada pela Confederação Brasileira de Kung fu Wushu (CBKW). Portanto agora cabe a nós atletas, praticantes, dirigentes e todos que de alguma forma que gostam do esporte, divulgar e fortalecer ainda mais o nome WUSHU, para que o mundo conheça cada vez mais este esporte.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Manual do Atleta CBKW 2012




1. Apresentação

Este manual tem por objetivo informar os atletas filiados à CBKW sobre o calendário de eventos esportivos do ano de 2012, os critérios de convocação para a Seleção Brasileira bem como a agenda de treinos. Além disso, contém também normas de conduta e critérios de avaliação dos atletas, os quais serão observados durante os treinos da Seleção.
2. Eventos Internacionais 2012

a. Eventos Oficiais
11º Campeonato Panamericano de Wushu
4º campeonato Mundial Junior de Wushu
5° Festival Mundial de Wushu Tradicional

b. Evento Extra-Oficial
4º Pars Cup – Irã ( os critérios de seleção para esse evento serão divulgados em breve)
3. Critérios de Convocação para Eventos Oficiais 2012

Para que seja convocado e integrar a Seleção Brasileira, o atleta deve cumprir pelo menos um dos quesitos a seguir:

Ter integrado a Seleção Brasileira do último Sulamericano – Uruguai 2011.
Ter integrado a Seleção Brasileira do último Mundial – Turquia 2011.
Estar entre os Campeões Brasileiros 2011..
Figurar como primeiro colocado no Ranking em Cada Categoria.
Ter sido indicado pelos Diretores da CBKW por índice técnico.

OBSERVAÇÃO – Os atletas deverão estar em dia com os seus Atestados Médicos junto às suas Federações.
4. Avaliação

A conduta de cada atleta será avaliada em três aspectos básicos: Disciplinar, Técnico e Físico. Esta avaliação será contínua durante todos os treinos da Seleção. A permanência do atleta na Seleção dependerá de sua boa avaliação nestes três aspectos citados.
A Diretoria Técnica Geral e as Diretorias dos Departamentos irão divulgar oportunamente os critérios de avaliação para que todos os atletas possam ficar cientes de suas responsabilidades.
5. Procedimentos

Alguns procedimentos básicos deverão ser observados para que o atleta possa participar dos eventos com tranquilidade e responsabilidade. O atleta convocado para integrar a Seleção Brasileira deverá obrigatoriamente:

Estar vinculado e em dia com a sua Federação Estadual.
Seguir normas da CBKW.
Respeitar a diretoria nas suas decisões gerais.
Observar rigorosamente o cumprimento das datas.
Estar ciente dos critérios de Avaliação (item 4).
Informar a sua respectiva Diretoria Técnica de qualquer ação no que se refere à participação em competições que não fazem parte do calendário da CBKW.

ATENÇÃO – É expressamente proibido o uso de qualquer substância que aumente o desempenho e que caracterize o dopping.
6. Agenda

04 e 05 de fevereiro – Treino 1 – Deptos de Sanda, Taolu Moderno, Taolu Tradicional e Internos;
31/03 e 01/04 abril – Treino 2 – Deptos de Sanda, Taolu Moderno e Internos;
26 e 27 de maio – Treino 3 – Deptos de Sanda, Shuai Jiao, Taolu Moderno, Taolu Tradicional e Internos;

IMPORTANTE – HORÁRIO DOS TREINOS – Os atletas convocados deverão se apresentar à Diretoria da CBKW nas datas dos treinos, às 8h do sábado e serão dispensados às 14h do domingo.
7. Confirmação

É de inteira responsabilidade das Federações Estaduais, Presidentes e/ou Diretores Técnicos Gerais, confirmar a participação dos atletas dos seus respectivos estados no primeiro treino coletivo, desde que estes cumpram todos os requisitos para serem convocados. A confirmação deverá ser feita através do grupo de emails das filiadas, até 3ª feira dia 27/12/2011.
8. Considerações Finais

É de suma importância que todos os critérios e procedimentos deste manual sejam amplamente divulgados para que nenhum atleta venha a ser penalizado por falta de informações.
Todos os atletas deverão cumprir fielmente os procedimentos e critérios contidos no Manual do Atleta CBKW.
Ficamos à inteira disposição para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários.

Atenciosamente,

Marcus Vinicius F Alves
Presidente

Paulo Sakanaka
Diretor Técnico de Estilos Internos

João Guedes
Diretor Técnico de Sanda

Renato Feijó
Diretor Técnico de Wushu Taolu Tradicional

Thomaz Chan
Diretor Técnico Geral

João Ferreira Silva Junior
Diretor Técnico de Wushu Taolu Moderno

Rafael Uliani
Diretor Departamento de Preparação Física

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Por que os atletas chineses de Wushu são tão bons? – Parte 2

“Mas não só porque os treinadores na China tendem a ter esses recursos, mas também por causa dos recursos disponíveis para o atleta. Não, não é a mais recente sapatilha Nike Shaolinquan, ou as sedas mais deslumbrantes, mas estou falando mais sobre os recursos pelos quais eles podem desenvolver uma compreensão sobre habilidade de alto nível.”

Continuação da Parte 1
O Atleta Modelo


Muitos especialistas falam da importância do auto aprendizado tendo como referência aqueles que já estão no lugar que você quer estar. E isso faz sentido já que o seu desenvolvimento de uma habilidade é acelerado se você tiver alguém para observar que é capaz de fazer o que você quer fazer. Quando estrangeiros vêm para a China e treinam ao lado de profissionais, sua compreensão da técnica melhora porque eles são capazes de ver a maneira correta de executá-la, mas o mais importante é que eles mesmos podem pegar essa observação e trabalhar em em seu auto aprendizado imediatamente.

Lembro-me que não foi até a minha viagem para a China em 1999 que eu senti que eu realmente estava começando a compreender o sentimento do Wushu. Que era mais do que a soma das partes que eu estava montando. É como diz o ditado que você melhora algo ao máximo, quando você joga contra pessoas que são muito melhores que você. Isso força seu jogo elevar a um novo nível.

Agora, na China, estes atletas estão em uma posição onde podem aprender constantemente observando atletas de alto nível. As crianças em uma escola de Wushu estão treinando bem ao lado de atletas que estão milhas e milhas acima de seu próprio nível. E eles são capazes de observar e absorver o que eles vêem o tempo todo em que estão treinando.

Não é só o treino consistente e intenso, ou que seus treinadores têm as informações mais recentes, mas eles podem olhar do outro lado da sala e aprender observando os melhores do mundo.

Então é isso, certo? Você treina intensamente e de forma consistente por um longo período de tempo, e acrescenta a isso um treinador com recursos e a oportunidade de ter como modelo aqueles que são melhores que você, e você fica como um “louco”, “incrível” atleta profissional chinês de Wushu?

Bem, não exatamente. Porque é aí que você começa a separar o joio do trigo e fazer a distinção entre aqueles atletas que são apenas muito bons, e aqueles que são realmente excelentes.
Entre as orelhas

Existe uma razão para a qual o número de atletas na China tem diminuído tanto com o passar dos anos. Das cento e poucas crianças que podem começar a treinar juntas, talvez 40 delas continuarão treinando por mais de 5 anos. E as que estão entre elas, outras 15 se tornarão adolescentes com talento. Mas para chegar ao nível de um campeão nacional ou alguém com habilidade mundialmente reconhecida, é necessário reduzir ainda mais, onde 1 ou 2 entre 100 crianças podem realmente atingir esse nível.

(E para ser honesto, eu acho que estou sendo um pouco generoso com esses números.)

Por que isso? Bem, para ser honesto, atletas tem um algo a mais entre as orelhas. (Esse termo, do inglês “Between the Ears”, vem de estudos sobre Psicologia Pessoal e Performance, “A diferença entre um atleta bom e um campeão é muitas vezes o que está entre as orelhas!”)


Não, eu não estou falando de ser mais “inteligente” que as outras pessoas ou ter um QI maior, mas eu estou falando sobre o nível energia mental e concentração que o atleta usa para realmente entender as complexidades da técnica do Wushu. Não é tanto uma medida de inteligência, por ser mais uma medida de curiosidade, porque o atleta que está sempre se dedicando para entender Wushu e pensa sobre Wushu como sendo mais que simples séries de movimentos; que agrega uma história aos seus movimentos e pinta um quadro com a sua técnica – então este atleta estará em um nível diferente do que aquele que apenas copia a excelência.

Porque apenas aprender copiando alguém que é surpreendentemente bom não é o suficiente. Para atingir esse alto nível você tem que criar a excelência em si mesmo. É a faísca da criatividade – de criar algo único que nunca antes foi visto no mundo – que é a marca da excelência.

E não estou falando apenas de coreografia. Ter uma coreografia original sem ter criatividade em seu Wushu é, como disse Shakespeare, como uma história contada por um idiota, cheia de som e fúria e sem significando. Você precisa fazer uma declaração com o seu Wushu; sobre quem você é, o que você entende e o que é importante. Não é diferente de escrever música, pintar um quadro ou escrever um romance. Se não vem de um lugar real dentro de si mesmo, então é apenas um reprodução imperfeita, uma concha vazia preenchida com falta de compreensão e muito ar quente.

Então, estamos quase lá. Mas no meu livro tem mais um ingrediente que separa muitos grandes atletas do resto de nós, pessoas comuns.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Por que os atletas chineses de Wushu são tão bons? – Parte 1

Eu costumava ouvir muito (tanto dos outros como de mim próprio) esta questão:
“Porque raio é que os atletas chineses de Wushu são tão bons?”

A resposta rápida?
De uma forma enigmática: ((Ai/T) +((Tre*R)+M))(ICr+P)
Mas vamos começar pelo inicio…

A Busca Pela Compreensão

Quando se inicia a treinar Wushu, nos encontramos numa espécie de bolha, especialmente para mim que não tive acesso a todos esses vídeos online de Wushu que encontramos hoje em dia. Como comparação eu apenas tinha os alunos mais avançados da minha escola e aqueles que via em campeonatos. É normal assumimos o nível mais alto de outras pessoas que estão ao nosso redor, é o nível mais alto que queremos conseguir alcançar, e mesmo quando ouvimos falar “o quanto são bons os atletas chineses de wushu”, nunca nós percebemos “de que forma” eles ficam bons.

Mesmo ali parada, ela parece fantástica

Até que os chineses. Então, a nossa mente simplesmente explode.
A diferença parece ser enorme. Como é que atletas conseguem se tornar tão bons? É um nível completamente diferente, um universo inteiro de habilidade diferente.

Durante anos me perguntei qual seria o segredo destes atletas. Ouvia as pessoas falarem muito sobre isso, discutindo e contemplando o regime de treino deles. Até aqueles que visitavam a China para treinar, inicialmente não compreendiam os seus métodos. Especialmente quando você mesmo ver na sua frente e sente o poder que aqueles movimentos expressam, nem sequer imagina a jornada que foi necessária para chegar naquele nível em que os atletas se encontra.

Perguntar aos atletas o porque eles são tão bons trás uma grande variedade de respostas, a humilde em alguns “o meu Wushu ainda tem muito o que melhorar”, a arrogâcia “porque sou o melhor”, o racismo “porque os chineses são os melhores”, até o enigmático “porque a filosofia do Wushu se reflete no olhar de um panda” e entre outras. Portanto estas respostas não responde o segredo do porquê eles são tão fantásticos. Até uma simples base Gongbu (弓步) expressa um sentimento totalmente diferente quando estes atletas fazem.

Kung Fu = Tempo?

Claro que a maioria das pessoas dizem que é devido ao fato de treinarem muito tempo e de o fazerem desde uma idade muito jovem que eles são tão bons, e que qualquer pessoa que seja submetida ao Wushu da mesma forma pode ser igualmente bom.

Mas será mesmo verdade? Apenas necessita de tempo para se tornar tão bom como os atletas chineses?
Bom… Sim ou não. O tempo é um elemento muito importante. Provavelmente um dos elementos mais importantes. Mas eu não diria que é a única razão pela qual os atletas chineses estejão em tão grande nível.
Got Gong Fu?

Quando as pessoas falam da definição do “Kung Fu” ou “Gong Fu” (功夫) como uma medição de habilidade, o diferencial de fato é o tempo de prática. Quanto mais tempo se dispõe fazer tal coisa, melhor será realizada. No entanto, a outra parte da equação o “Gong Fu” está relacionada tanto com “empenho” e “intenção”, ou como eu gosto de referir: “Intensidade”.

De todos os fatores importantes que fazem os atletas chineses serem tão bons, um deles é também o fato de que eles não só utilizam o seu tempo apenas para treinar, mas os seus treinos contém uma intensidade muito grande. Como se pode imaginar, uma hora de treino numa escola chinesa tem um nível de intensidade muito diferente de uma hora de treino de muitas escolas do ocidente.

Portanto, resumindo tudo isso? Treino intenso num longo período de tempo significa que você será uma pessoa fantástica no Wushu? Bom… Isso pode acontecer, sem duvida, nos colocar muito mais perto do nosso objetivo, e muitos bons atletas de Wushu fizeram exatamente isso. Mas isso está apenas relacionado com o aspecto físico do Wushu. Há muito mais no Wushu além do carpete azul que conseguimos ver, e se ignoramos os aspectos psicológicos do treino, então estaremos perdendo metade do que realmente importa.

Guiado pelos recursos

Primeiro Treinador do Wu Di

O treinador é sem qualquer dúvida muito importante, uma das influências essencial no desenvolvimento do nosso Wushu. Sem um bom treinador a nossa habilidade atingirá apenas um certo nível (e devo acrescentar, o treinador que percebe se seu aluno ultrapassou os conhecimentos oferecerecido por ele, isso é um treinador sábio). Tudo o que aprendemos, pelo menos no inicio, vem daquela fonte de conhecimento.

Então o que diferencia os treinadores chineses dos outros treinadores? Especificamente falando, é o acesso a recursos. Não é apenas recursos materiais, mas também educacionais e científicos. Eles necessitam de conhecimento constante e procura sempre os melhores métodos e técnicas de treino. Isso podemos ver na China, antes de qualquer outro país no mundo, e atletas experimentam novos métodos de treino sempre. Basta nos lembrarmos de qualquer movimento de alta dificuldade. Sim… tudo começou por causa dos treinos na China.

É como uma empresa de Web Design. Existe uma grande diferença entre uma empresa de Web Design localizada em Silicon Valley e outra em Montana (sem ofensa ao pessoas de Montana), a empresa de montana se encontra em um local longe de novidades, já a empresa de Silicon Valley se encontra em um local onde as últimas novidades tecnológicas estão sendo desenvolvidas. Aqueles com acesso a novas informações, são aqueles que mais rapidamente são beneficiado dela.

Com tudo, não são só os recursos que os treinadores chineses tem, mas também os recursos disponíveis para os atletas. Não, não falo só das sapatilhas da Nike Shaolinquan, ou das roupas mais bonitas de sedas, estou falando do diferencial dos recursos que permite aos atletas desenvolverem um entendimento do que é o alto nível.
continua na parte 2...